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terça-feira, 22 de novembro de 2011

AS TRES ESTRELINHAS

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CENA I

NARRADOR- O céu salpicado de pontinhos luminosos e três deles se destacavam. Eram: a Estrelinha Azul, Estrelinha Dourada e Estrelinha Amarela. E bem perto delas estava Dona Lua, bela e tão serena! Que encanto!

As estrelinhas cantavam alegremente...

Estrelinhas: Pisca, Pisca Estrelinha.

NARRADOR- Dona Lua aproximando-se perguntou:

Lua- Estrelinhas, vocês já observaram o planeta Terra?
E. Azul- Sempre a vejo daqui, mas nunca fui lá...
E. Amarela- Nem eu.
E. Dourada- Tenho vontade de conhecê-lo.
Lua- Observem bem o planeta Terra e vejam que confusão. Pessoas vão e vêm apressadas. Correm, correm e às vezes nem sabem por que estão correndo.
E. Amarela- É mesmo!!! Que coisa horrível!!!
Lua- Estão agitadas, não param para pensar....
E. Azul- E saber pensar é tão importante...
E. Dourada- Sem pensar corretamente não se pode ser feliz...
Lua- Não se pode aprender, não é mesmo???
3 estrelas- È verdade Dona Lua!
Lua- A maioria das pessoas na Terra está desligada de Deus.
E. Dourada- Que pena!!!
Lua- Com isso, ninguém entende ninguém. ( ver posição entristecida das 4 no palco)

NARRADOR- As estrelinhas condoídas, olhando a Terra girando no espaço disseram ao mesmo tempo.

Estrelinhas- Dona Lua, precisamos fazer alguma coisa....

NARRADOR- Diante do interesse demonstrado pelas estrelinhas, Dona Lua sentiu um raio de esperança encher o seu coração.
Lua- Vocês estão dispostas, realmente, a ajudar as pessoas lá na Terra?
E. Dourada- Precisamos fazer isso!
E. Amarela- E já!!!!
Lua- Ótimo!!!Ótimo!!!

(a lua dirigindo-se a estrelinha dourada)

Você, Estrelinha Dourada, terá a missão, com sua luz, de ligar as criaturas com Deus.
E. Dourada- Assim farei.
Lua- A Estrelinha Azul as envolverá em vibrações de calma.
E. Azul- Está certo!!!
Lua- Uma vez ligadas a Deus e mais calmas, conseguirão refletir que nada estão fazendo pelo semelhante. Só trabalham para sua subsistência e nada mais.

(e dirigindo-se à Estrelinha Amarela)

Nessa hora, você, Estrelinha de luz amarela, dará forças às criaturas para dirigirem suas energias para o bem.
E. Amarela- Ficarei muito feliz em orientar os homens para dirigirem suas energias no sentido do bem.
Lua- (dirigindo-se às 3 estrelinhas) Se vocês conseguirem isto, haverá mais harmonia e paz entre os homens.

NARRADOR- Assim, as 3 estrelinhas partiram com destino à Terra, onde começam seus trabalhos.
Tentaram iluminar as pessoas adultas, mas como foi difícil!!!
Estavam por demais envolvidas com as coisas do mundo, tornando-se insensíveis.
As estrelinhas projetavam suas luzes, mas nada conseguiram.
Não sabiam mais o que fazer.

CENA I

Pessoas agitadas, agressivas (E. Azul)
-Pessoas revoltadas, blasfemando contra Deus e Jesus (E. Dourada)
Pessoas falando mal dos outros (E. Amarela)

CENA II

As estrelinhas ficam tristes e sozinhas no palco.

CENA III -(entram crianças brincando e as estrelinhas começam a brincar suas luzes sobre elas).

NARRADOR-Que fofura, que sensibilidade...
Ao passarem pelas estrelinhas, sentiram logo o efeito de suas luzes.

Criança 1 - Vou começar a rezar ao meu anjo da guarda para que me ajude a ser bondosa com meus irmãos e respeitar os mais velhos.

Criança 2- Eu vou pedira Deus que toda vez que eu tiver ímpetos de gritar com alguém, me ajude a ser calmo (a).

Criança 3 - Eu vou pedir tudo isso e mais ainda...
- Que me ajude a fazer o bem aos outros.

Criança 4 - Eu quero ser bom e justo também...

Criança 5 - Hei de fazer tudo para que todos sejam felizes...

NARRADOR- As estrelinhas cantavam de alegria porque, finalmente, haviam encontrado corações sensíveis às suas luzes.

Cena I-(crianças que saem alegremente)

Cena II-(enquanto as estrelinhas cantam alegremente).

Desde esse dia, onde estavam às crianças, as estrelinhas também estavam, pois ficaram na Terra por muito tempo, até o dia em que precisaram voltar ao encontro de Dona Lua, onde estão até hoje.

E estas verdadeiras mensageiras de Jesus continuam a velar pelas crianças. Felizes porque estão levando avante o trabalho de sensibilizar as pessoas, com suas atitudes de bondade, respeito e fé, contribuindo para que os homens tenham mais harmonia entre si.

GRUPO ESPÍRITA JOANA D'ARC

NATAL-2003

CONTO DE NATAL


Resultado de imagem para a arte na evangelização espirita -  terça-feira, 22 de novembro de 2011 CONTO DE NATAL

Narrador 1- CONTO DE NATAL – Natal 1994
De Francisca Clotilde

Narrador 1- A noite é quase gelada....
Contudo, Mariazinha
É a menina de outras noites
Que treme,tosse caminha...

Narrador 2- Guizos longe, guizos perto...
É Natal de Paz e amor.
Há muitas vozes cantando:
Coro: “Louvado seja o Senhor”

Narrador 3- A rua parece nova.
Qual jardim que floresceu.
Cada vitrine enfeitada repete:
Coro: “Jesus nasceu !”

Narrador 1- Descalça vestido roto,
Mariazinha lá vai...
Sozinha, sem mãe que a beije,
Menina triste, sem pai.

Narrador 2- Aqui e ali, pede um pão...
Esta faminta e doente.

Criança 1- “Vadia, saia depressa !” (Mariazinha vai bater em 2
Criança 2- “Menina ladra!” casas e recebe estas res
Criança 3- “Fuja daqui, pata feia!” postas)
Toda criança perdida deve dormir na cadeia.

Narrador 2- Mariazinha tem fome
E chora, sentindo em torno
O vento que traz o aroma
Do pão aquecido ao forno.

Narrador 3- Abatida, fatigada,
Depois de percurso enorme,
Estira-se na calçada...
Tenta o sono mais não o dorme.

Nisso, um moço calmo e belo
Surge e fala, doce e brando

Jesus:- Mariazinha, você
Esta dormindo ou pensando?

Mariazinha:Hoje é dia de Natal, estou pensando em Jesus.

Jesus: Não recorda mais alguém ?

Mariazinha:Eu penso também, com saudade, em minha mãe
que morreu...
Jesus: Se Jesus aparecesse, que é que você queria?

Mariazinha: -Queria que ele me desse
Um bolo de padaria...

Depois de comer, então, queria um par de sapatos e uma blusa grande e quente.
Depois de tudo...eu queria
Uma boneca também...

Jesus: -Pois saiba Mariazinha,
Eu lhe digo que assim seja !
Você terá tudo
Aquilo que mais deseja.

Mariazinha: Mas, o senhor quem é mesmo?

Jesus: -Sou seu amigo de sempre,
Minha filha, eu sou Jesus!...

Narrador 1- Mariazinha, encantada,
Tonta de imensa alegria,
Pôs a cabeça cansada
Nos braços que ele estendia...

Narrador 2- E dormiu, vendo-se outra,
Em santo deslumbramento,
Aconchegada a Jesus
Na gloria do firmamento.

Narrador 3- No outro dia, muito cedo,
Quando o lojista abre a porta,
Um corpo caiu de leve
A menina estava morta.


Adaptação- Grupo Espírita Joana D’Arc – Campos -RJ

NASCIMENTO DE JESUS

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NARRADOR 1-Há muito tempo, numa cidade longe daqui chamada Nazaré morava um casal muito querido pela bondade de seus corações. Ele se chamava José e era carpinteiro; ela se chamava Maria e cuidava do lar.

NARRADOR 2-Maria foi escolhida por Deus para ser a mãe de uma criança que viria ao mundo para exemplificar o amor e ensinar os homens a serem bons, muito bons. Seu nome seria Jesus.

NARRADOR 1- E assim, José e Maria estavam esperando a chegada daquele filhinho tão importante, porque Ele seria o Espírito mais iluminado que viria a nascer na Terra.

NARRADOR 2- Certo dia, Maria e José tiveram que sair de Nazaré para fazer uma viagem até uma cidade chamada Belém. Eles viajaram num burrinho, e estava chegando a época de Jesus nascer.

ENTRAM DUAS CRIANÇAS REPRESENTANDO MARIA E JOSÉ E PEDEM ABRIGO NA HOSPEDAGEM

JOSÉ- Toc, toc, toc. (Bate à porta e pede hospedagem)

DONO DA HOSPEDAGEM- Em que posso ajuda-lo?

JOSÉ - Boa tarde, senhor, precisamos de hospedagem. Minha esposa está para dar a luz.

DONO DA HOSPEDAGEM- Infelizmente estamos lotados. Dificilmente o senhor encontrará hospedagem nessa cidade.

JOSÉ - Mesmo assim, obrigado.

NARRADOR 1-Chegando a Belém, José não encontrou hospedagem para que eles ficassem. Estava tudo cheio. Então eles foram andando para fora da cidade e encontraram uma pequena estrebaria, que é o lugar onde ficam os animais.

ENTRAM AS CRIANÇAS DO MATERNAL VESTIDAS DE ANIMAIS
MÚSICA: NA MANJEDOURA (Vocês sabem quem viu Jesus nascer?)

NARRADOR 2- José limpou a manjedoura, que é aquele lugar onde se coloca comida para os bois e cavalos, forrou-a com palhas bem fofinhas; Maria colocou uns paninhos bem limpinhos sobre as palhas, e aquele foi o bercinho onde Jesus ficou ao nascer.

ENQUANTO É NARRADO MARIA E JOSÉ ENCENAM A NARRATIVA

NARRADOR 1- E Jesus nasceu numa noite muito linda... Os Espíritos anunciaram aos pastores que trabalhavam ali por perto, que nascera o Salvador do mundo e os pastores foram visitá-lo.

ENTRAM AS CRIANÇAS DO JARDIM ENCENANDO OS PASTORES
MÚSICA: TOCAM OS SINOS (Tocam os sinos, din don, din don)

NARRADOR 2- Tendo nascido Jesus em Belém da Judéia, do Oriente vieram três Reis Magos adorar Jesus. Ia adiante a estrela que tinham visto no Oriente. Até que chegando, se deteve sobre o lugar onde estava o menino Jesus. Lá chegando os três Reis Magos ofertaram dádivas: ouro, incenso e mirra.

ENTRA UMA CRIANÇA COM UMA ESTRELA NA CABEÇA OU NO PEITO GUIANDO AS TRÊS CRIANÇAS REPRESENTANDO OS TRÊS REIS MAGOS
MÚSICA: NAQUELA NOITE (Naquela noite em Belém, mais uma estrela brilhou)

ENQUANTO A MÚSICA VAI SENDO CANTADA AS SITUAÇÕES SÃO ENCENADAS
Mais uma estrela brilhou. – ENTRA A ESTRELA
Também os magos viram- ENTRAM OS REIS MAGOS

NARRADOR 1- Uma estrela anunciou o nascimento de Jesus e do Oriente vieram os três Reis Magos ofertar dádivas a Jesus.

REI MAGO 1- Trago ouro.

REI MAGO 2- Trago incenso.

REI MAGO 3- Trago mirra.

NARRADOR 2- Ainda hoje, 2009 anos após o nascimento de Jesus, a medida que a humanidade adquire maturidade e evolui, Jesus está cada vez mais presente em nossas vidas.

NESSE MOMENTO ENTRA UMA CRIANÇA ENCENANDO JESUS ADULTO, QUE SE POSICIONA DE FRENTE PARA A PLATÉIA E TRANSMITE UMA MENSAGEM DE AMOR.

JESUS ADULTO- Que a minha paz esteja com todos e que meus exemplos sejam sempre a trajetória de vida para toda a Humanidade.

TODAS AS CRIANÇAS E JOVENS: Feliz Natal!

MÚSICA: NATAL DE AMOR


NARRADOR 1-___________________________________

NARRADOR 2-__________________________________

JOSÉ-__________________________________________

MARIA-________________________________________

DONO DA HOSPEDAGEM-_______________________

PASTORES- CRIANÇAS DO JARDIM

ANIMAIS-CRIANÇAS DO MATERNAL

REI MAGO1-____________________________________

REI MAGO 2-____________________________________

REI MAGO 3-____________________________________

JESUS ADULTO-_________________________________

ESTRELA-_______________________________________

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A CARTA


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Connie Durval
Extraido do livro:"A luz dissipa as trevas".
(seleção de texto feita por Paulo Daltro de Oliveira)

NARRADOR: Ruth olhou em sua caixa de correio.So havia uma carta. Não tinha selo nem marcas do correio,somente seu nome e enderêço.
Decidiu ler a carta:

JESUS(voz oculta): Querida Ruth :
Estarei próximo de sua casa, no sábado, à tarde, e passarei para visitá-la.
Com amor,
Jesus
NARRADOR: As mãos da mulher tremiam quando colocou a carta sobre a mesa.

RUTH: Por que o Senhor vai querer visitar-me ? Não sou ninguém especial,nada tenho para oferecer-Lhe.

NARRADOR: Preocupada, recordou o vazio reinante nas estantes de sua cozinha.

RUTH: Aí, não! Nada tenho em casa. Terei que ir ao mercado e comprar alguma coisa para o jantar.

NARRADOR: Ruth colocou um agasalho e se apressou em sair. Um pão francês, um pouco de peru e uma caixa de leite... Guardou um pequeno troco que deveria durar até a segunda-feira. Mesmo assim, sentiu-se bem e saiu a caminho de casa, com sua humilde compra.

HOMEM: Olá,senhora, pode nos ajudar?

NARRADOR: Ruth estava distraída pensando no jantar,que não viu duas pessoas no corredor. Um homem e uma mulher, os dois vestidos com pouco mais que farrapos.

HOMEM: Olhe, senhora, não tenho emprego. Minha mulher e eu temos vivido na rua. Está fazendo frio e estamos sentindo fome. Se a senhora pudesse nos ajudar, ficaríamos muito agradecidos. ..

NARRADOR: Ruth, olhou para eles com cuidado. Estavam sujos e francamente, ela estava segura de que eles poderiam conseguir algum emprego se realmente quisessem.

RUTH: Senhor, eu queria ajudar, mas eu mesma sou uma mulher pobre. Tudo que tenho são umas fatias de pão, e receberei um hóspede importante para esta noite e planejava servir-Lhe isso.

HOMEM: Sim,senhora, entendo... De qualquer maneira,obrigado.

NARRADOR: O pobre homem colocou o braço em volta dos ombros da mulher, e os dois se dirigiram para a rua.

Aos vê-los saindo, Ruth sentiu um forte pulsar em seu coração.

RUTH:Senhor, espere!
Olhem,querem aceitar este lanche? Conseguirei algo para servir ao meu convidado.
(estendendo com a mão o pacote de lanche).

HOMEM: Obrigado,senhora, muito obrigado.

MULHER: Obrigado!
(Ruth percebe que a mulher tremia de frio)

RUTH:Sabe, tenho outro casaco em minha casa, tome este.
(Ruth oferece o casaco, desabotoa-o e coloca sobre os ombros da mulher).

MULHER: Obrigada,senhora, muito obrigada!

NARRADOR: Sorrindo, voltou o caminho de casa....sem casaco e sem lanche para servir a seu convidado.
Ruth estava tremendo de frio, quando chegou à porta de sua casa.
Nada tinha para oferecer ao Senhor.
Procuravaa chave, rapidamente, na bolsa,quando viu outra carta na caixa do correio.

RUTH: Que raro, o carteiro nunca vem duas vezes ao dia!
(Ela apanha a carta e abre)

JESUS: Querida Ruth:
Que bom vê-la novamente. Obrigado pelo delicioso lanche e pelo esplêndido casaco.
Com amor,
Jesus.

************ ********* ********* **


Vinde, benditos de meu Pai, possui por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.
Porque tive fome e me destes de comer.
Tive sede e me destes de beber.
Era estrangeiro e me hospedastes;
Estava nu e me vestistes;
Adoeci e me visitastes;
Estive na prisão e fostes ver-me.
Então os justos lhe responderão,dizendo:
Senhor,quando te vimos com fome, e te demos de comer?
Ou com sede, e te demos de beber?
E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos?
Ou nu, e te vestimos?
E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te?
E, respondendo o Rei dirá: Em verdade vos digo que, quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmão, a mim o fizestes.
(MATEUS - 25:34-40)

domingo, 6 de novembro de 2011

A LENDA DAS TRÊS ÁRVORES

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A LENDA DAS TRÊS ÁRVORES
Rita Foelker
Adaptação de uma crônica do Irmão X, do livro “Cartas e Crônicas” (Francisco Cândido Xavier - FEB)
ADAPTAÇÃO PARA ENCENAÇÃO
PERSONAGENS:

-Simão Abileno -
- Aluno -
- As três árvores -
- Criador -
- Construtor -
- Lenhador -
- José -
- Maria -
- Jesus -
Total: 11 personagens
INTRODUÇÃO
O narrador da história será o personagem Simão Abileno. Um evangelizador deverá fazer um comentário inicial e introduzir a história.
O cenário do “palco” deverá ser composto de árvores frondosas, dando uma idéia de um bosque. Será o “pano de fundo” de toda a encenação.
CENA 1
(Duas crianças entram pela porta da frente do salão falando em voz baixa, como se estivessem conversando. Uma será Simão e a outra seu aluno. Os dois se dirigem até o palco. Sugestão: usar evangelizandos da Mocidade para serem estes dois personagens. Simão é o narrador e falará bastante. Da desenvoltura do narrador dependerá a compreensão da história.)
No Plano Espiritual, o velho Simão Abileno conversava com um aluno, quando ele lhe fez um pedido. (Introdução da encenação. Dará ensejo à entrada do personagem-narrador.)
ALUNO: - Simão, por favor, fale um pouco sobre a resposta de Deus às nossas preces.
(Simão para e pensa um instante, antes de falar.)
SIMÃO ABILENO: - Muito bem, sente-se que vou contar-lhes a Lenda das Três Árvores. Esta lenda nos diz assim...
CENA 2
(Com o aluno sentado na assistência, Simão começa a narrar a história. É feita a projeção do título da história, com a figura de três árvores frondosas – conforme no livro.)
SIMÃO ABILENO: - Num grande bosque onde havia muitas árvores, três árvores ainda pequeninas pediram a Deus que lhe desse destinos importantes e diferentes. Elas pediram assim:
(Entram três crianças caracterizadas de árvores. Projetar imagem das árvores pequeninas.)
PRIMEIRA ÁRVORE: - Senhor Deus, queria que minha madeira fosse usada para construir o trono do maior rei da Terra.
SEGUNDA ÁRVORE: - Senhor, queria ser usada na construção do carro que vai transportar os tesouros desse poderoso rei.
TERCEIRA ÁRVORE: - Senhor, queria ser transformada numa torre, que ficasse nas terras desse grande rei, para mostram o caminho do Céu.
SIMÃO ABILENO: - Quando terminaram de dizer suas preces, foi ouvida a voz de um mensageiro de Deus, dizendo que seus pedidos seriam atendidos.
CENA 3
(Projetar imagens das árvores crescendo.)
SIMÃO ABILENO: - O tempo foi passando, passando, até que um dia, chega um lenhador e corta as três árvores. As árvores vizinhas ficaram muito tristes. (Entra o personagem do lenhador com um “machado” nas mãos e simula o corte das árvores. As árvores dão as mãos e o lenhador vai puxando elas para fora do cenário. O grupo entra na Sala de Passes)
CENA 4
(O lenhador retorna puxando as árvores pelas mãos, mas elas já deverão estar sem suas folhagens. As crianças podem se sentar no chão, pois estarão representando a madeira disposta para venda em um mercado. Pode-se fazer uma plaquinha com a inscrição “MERCADO” e colocar em algum lugar neste momento. Projetar imagem de mercado.)
SIMÃO ABILENO: - As três árvores perderam seus, galhos, suas folhas e suas raízes e foram levadas para um mercado, para serem vendidas. Mas, elas nunca perderam a fé nas promessas de Deus. Elas se deixaram levar, com paciência e humildade.
(Entra criança caracterizada de criador. Pode ser uma espécie de pastor. Ela se dirige ao lenhador.)
CRIADOR: - Preciso de madeira para construir um grande cocho, para colocar água para os meus carneiros.
LENHADOR: - Esta aqui vai lhe servir.
(O lenhador conduz o criador até uma das crianças. Os dois saem de mãos dadas.)
CONSTRUTOR: - Preciso de madeira para construir um barco bem forte.
LENHADOR: - Esta aqui vai lhe servir.
(O lenhador conduz o construtor até uma das crianças. Os dois saem de mãos dadas.)
SIMÃO ABILENO: - A terceira árvore, como não foi logo vendida, foi guardada em um depósito, para ser aproveitada futuramente.
(O lenhador conduz a última criança conduz a última criança para fora do cenário.)
CENA 5
SIMÃO ABILENO: - As três árvores ficaram separadas e passaram por muitos sofrimentos, mas continuaram acreditando nas palavras do mensageiro celeste.
(Projetar imagens sugerindo local onde cada árvore estava, representando que as mesmas estão distanciadas uma das outras e em sofrimento.)
- No bosque, porém, as outras árvores perderam a fé no valor da prece.
(Buscar imagens de bosques que transmitam uma idéia de tristeza e depois de felicidade.)
- Mas, muitos anos mais tarde, as árvores do bosque ficaram surpresas, ao saber que os desejos das três árvores foram atendidos.
CENA 6
SIMÃO ABILENO - Quando Jesus estava para nascer, seus pais procuraram abrigo numa estrebaria.
(Inicialmente, entra uma criança que irá representar o criador. Depois entram duas crianças, representando José e Maria.)
JOSÉ: - Minha mulher vai ter um neném, precisamos de um lugar para ficar.
CRIADOR: - Venham, tenho um lugar onde vocês podem ficar e um belo cocho, que poderá servir de berço para o bebê.
(Todos saem de cena e é projetada uma imagem de Jesus na manjedoura.)
SIMÃO ABILENO: - Assim, a primeira árvore, que tinha virado um cocho, foi forrada com panos singelos e serviu de berço para Jesus recém-nascido.
CENA 7
SIMÃO ABILENO: - Quando Jesus estava passando os ensinamentos aos discípulos, ele precisou de um barco para atravessar a lagoa.
(Inicialmente, entra em cena o construtor e depois Jesus. Jesus se dirige ao construtor.)
JESUS: - Preciso de um barco para atravessar o lago com meus companheiros de viagem.
CONSTRUTOR: - Tenho um bom barco, que caberá todos vocês.
(Todos saem de cena e é projetada uma imagem de Jesus com os discípulos em um barco.)
SIMÃO ABILENO: - A segunda árvore, que havia virado um barco, foi usada por Jesus para transmitir, sobre as águas, belos ensinamentos.
CENA 8
(O lenhador entra em cena com a terceira árvore. A criança poderá ficar com os braços abertos, em forma de cruz. Depois, entrará Jesus, entristecido e conduzirá a cruz para fora de cena.)
SIMÃO ABILENO: - A terceira árvore foi transformada apressadamente em uma cruz, que Jesus carregou até o Gólgota.
(Jesus e a cruz saem de cena. É projetada imagem de Jesus no Gólgota, na cruz.)
- E, no alto do monte, aquela cruz guardou valentemente o corpo de Jesus e seu coração cheio de amor pela Humanidade. Ela mostrava o verdadeiro caminho do Reino dos Céus.
(Depois de uma pausa, Simão conclui a narrativa.)
SIMÃO ABILENO: - Então, compreendeu a história?
(Aluno se levanta e os dois ficam frente à frente.)
SIMÃO ABILENO: - Em verdade todos nós podemos fazer preces diversas para Deus. No entanto, todos precisamos saber esperar e compreender as respostas de Deus.
- As três árvores queriam servir a um grande rei. Seus pedidos foram atendidos após muito tempo. As três ajudaram a maior de todos os reis a cumprir sua missão – Jesus.